Você pode não ter em casa um vídeo game do ano, um par de chuteiras novinho em folha, um PC Gamer de última geração ou um tabuleiro personalizado de WAR com tema de Game Of Thrones pra jogar com os amigos, mas a história nos mostra que o ser humano é atraído por desafios e jogos. Até mesmo livros e filmes os desafios são mantidos como entretenimento ou fonte principal dos contos fazem sucesso de vendas e bilheterias. E quando olhamos para os negócios, será que conseguimos fazer o mesmo com equipes e clientes?

Seres humanos são atraídos por jogos. Historicamente falando, somos motivados por desafios simples ou complexos, com ou sem envolvimento físico, mas que despertam nossa atenção e dedicação para transpassá-lo. Mas também nos entediamos ou nos frustramos com frequência e, consequentemente, nos sentimos “desmotivados” a prosseguir. Há então a necessidade estratégica de manter a motivação, manter o engajamento dos envolvidos.

“Então é só seguir a mesma estratégia que temos para montar um jogo que dará certo?” Não é bem assim! As necessidades humanas vão muito além de receber um baú e dentro dele ter um aumento de 15% do salário, ou de receber uma visita do CEO vestido de mago a lhe entregar uma varinha de condão para atingir metas: temos que entender a necessidade, anseios e vibrações das pessoas. Por isso o estudo gamification existe: ele formata uma estrutura onde é possível alcançar e engajar pessoas a um nível alto de comprometimento com a causa proposta.

Algumas empresas dizem que já adotam o gamification há tempos e que não surtiu o efeito desejado. Mas a resposta é simples: VOCÊ ESTÁ FAZENDO ISSO ERRADO!

  1. Nem tudo é “gamificável”: dentro das necessidades extrínsecas, a valorização do PRÊMIO palpável é alta e, de acordo com Daniel Pink em “Motivação 3.0”, é passível sim a utilização desse pagamento. Mas devemos lembrar que, assim como um copo de energético surte efeito durante certo tempo, depois de recebido esse premio e o efeito da ação passar, o envolvido pode simplesmente perder o interesse ou piorar em muito o quadro.
  2. Atenção ao que é INTRÍNSECO: dentro da publicidade e marketing nós focamos nas necessidades dos indivíduos, analisando suas ações, respostas e retornos. Sua equipe ou cliente (até mesmo o meio em que vive) tem um comportamento, tem quereres, tem dores, tem paixões… têm suas MOTIVAÇÕES e temos que prestar a devida atenção a essas informações. Elas é que moldam as possibilidades de seu produto ou ideias serem contagiantes ou esquecidas.
  3. O objetivo da empresa logo após o objetivo do envolvido: gamification possui níveis, e nessa hierarquia é possível motivar o consumo, o engajamento, o prazer, o bem-estar, e para isso é necessário voltar muitas vezes ao item 2 dessa lista. Quer aumentar as vendas, melhorar o financeiro, definir positivamente o branding da sua empresa? Então monte sua estratégia com foco principal no cliente. Ou entre em contato com a Dueto Agência Digital que vamos auxiliar você e sua empresa nesses passos (merchan master!!).
  4. Alinhe seus objetivos ou da empresa com os objetivos do target: parece fácil, mas requer muita pesquisa, análise, pivotar ideias e processos. Nada impossível, mas há que se dedicar muito tempo nesse processo.
  5. Autonomia e Engajamento Emocional: os envolvidos devem ser conquistados e seus objetivos próprios dentro da comunidade a ser gamificada são o ponto forte do processo. As escolhas e crescimento pessoal perante aquela comunidade-jogo-empresa é que lhe concede o envolvimento necessário para a dedicação, a mudança e participação.

Para engajar pessoas é necessário haver uma troca mútua a nível emocional, um encontro entre os interesses de todas as partes, e a dedicação entre as partes é vital para o sucesso dessa transação. Dediquemos mais a observação do meio e em como podemos mudá-lo e, claro, nossa rede-vida-empresa alcançará o sucesso necessário. O crescimento mútuo é facilitado quando todos trabalham com tesão para que os objetivos sejam alcançados. Você consegue engajar pessoas? Então, Do it!